Feira de Artesanato reúne muita arte

A quarta-feira, é claro, é o dia mais concorrido. Antes ou depois das tradicionais novenas, os fiéis do Santuário Nossa Senhora do Carmo sempre dão uma passadinha nas barraquinhas para conferir as novidades criadas pelas mãos talentosas de Isabel Cristina, Salete Terezinha, Fátima Carolina, entre outros expositores.

Feira de artesanato do Boqueirão, junto ao terminal do Carmo. Na imagem A artesã Cristina Silva faz sucesso na Feira do Boqueirão com suas bonecas de pano e crochê. - Curitiba, 10/07/2018 - Foto: Daniel Castellano / SMCS

Mas a Feira de Artesanato do Boqueirão, na Rua da Cidadania do Carmo, também pode ser conferida nas segundas e terças-feiras. Afinal, o ponto da Prefeitura é o que tem mais dias na semana, entre os 23 locais administrados pelo Instituto Municipal de Turismo (IMT).

A aposentada Maria de Jesus, 71 anos, já é cliente fiel, há mais de cinco anos, da artesã Salete Terezinha Delavi, que semanalmente expõe na feira do Boqueirão seus panos de prato, toalhas de mesa e capas para eletrodomésticos. “Além da toalha realmente secar, o trabalho feito pela Salete é uma verdadeira obra de arte, tanto a pintura no tecido como o crochê de acabamento”, elogia Maria de Jesus. 

 

“Tudo é feito a mão e eu tenho o cuidado de pensar que além de embelezar a cozinha, os produtos precisam ser práticos e bem-acabados”, revela a artesã, que tem ateliê no Sítio Cercado.

Pais que vão à feira com os filhos sabem que os pequenos vão pedir para irem, primeiramente, na banca de Isabel Cristina Silva. O motivo da criançada se encantar pela barraquinha, entre as 11 do local, é a magia das nostálgicas bonecas de pano e, principalmente, dos “amigurumis” criados pela artesã.

“Através desta técnica japonesa de crochê, feita com linha e agulha, eu confecciono ursinhos, monstrinhos, polvos, chaveiros e imagens de santas. Tudo em 3D e com enchimento”, explica Isabel, que também produz enxovais para bebês em sua casa, no Xaxim.

Feira de artesanato do Boqueirão, junto ao terminal do Carmo. Na imagem banca da artesã Fabiana Carolina de Souza, maxi colares, brincos, pulseiras e mandalas em macramê. - Curitiba, 10/07/2018 - Foto: Daniel Castellano / SMCS


Macramê

As pulseiras, colares, anéis e brincos em macramê, técnica indiana de tecer fios sem nenhum tipo de maquinaria ou ferramenta, atraem muitas pessoas para a barraca de Fabiana Carolina de Souza, dona da marca Sol e Lua. A artesã busca inspiração, principalmente, nos elementos da natureza e o resultado são peças muito delicadas e coloridas.

“Mesmo os meus maxicolares têm esta pegada orgânica”, conta Fabiana, que confecciona as peças em seu ateliê no Uberaba.

Na feira há 14 anos, Nelson Ribeiro da Silva reconhece que boa parte dos seus produtos é mais procurada nos meses de inverno. Afinal, seus chinelos de pano e pantufas de pele são curingas nos dias mais frios curitibanos. “Mas também ofereço tapetes e capas para banheiro em barbante e crochê”, pondera o artesão.

Quem percorre as barraquinhas, com toalhas de louça, amigurumis, colares em macramê, pantufas e roupinhas para pets ou bonecas, também acaba sendo fisgado pelo estômago por Damaris Correia. O cheirinho de pastel frito na hora é famoso no bairro. Muitas vezes, nem mesmo quem está esperando ônibus no Terminal do Carmo consegue resistir ao famoso salgado de Dona Damaris.

“Temos uma freguesia de muitos anos, pois eu preparo tudo com muita qualidade e não economizo no recheio. Nada de pastel de vento”, conta a comerciante, que no inverno também oferece canja servida no copo.

A quarta-feira, é claro, é o dia mais concorrido. Antes ou depois das tradicionais novenas, os fiéis do Santuário Nossa Senhora do Carmo sempre dão uma passadinha nas barraquinhas para conferir as novidades criadas pelas mãos talentosas de Isabel Cristina, Salete Terezinha, Fátima Carolina, entre outros expositores. Mas a Feira de Artesanato do Boqueirão, na Rua da Cidadania do Carmo, também pode ser conferida nas segundas e terças-feiras. Afinal, o ponto da Prefeitura é o que tem mais dias na semana, entre os 23 locais administrados pelo Instituto Municipal de Turismo (IMT).

A aposentada Maria de Jesus, 71 anos, já é cliente fiel, há mais de cinco anos, da artesã Salete Terezinha Delavi, que semanalmente expõe na feira do Boqueirão seus panos de prato, toalhas de mesa e capas para eletrodomésticos. “Além da toalha realmente secar, o trabalho feito pela Salete é uma verdadeira obra de arte, tanto a pintura no tecido como o crochê de acabamento”, elogia Maria de Jesus.

“Tudo é feito a mão e eu tenho o cuidado de pensar que além de embelezar a cozinha, os produtos precisam ser práticos e bem-acabados”, revela a artesã, que tem ateliê no Sítio Cercado.

Pais que vão à feira com os filhos sabem que os pequenos vão pedir para irem, primeiramente, na banca de Isabel Cristina Silva. O motivo da criançada se encantar pela barraquinha, entre as 11 do local, é a magia das nostálgicas bonecas de pano e, principalmente, dos “amigurumis” criados pela artesã.

“Através desta técnica japonesa de crochê, feita com linha e agulha, eu confecciono ursinhos, monstrinhos, polvos, chaveiros e imagens de santas. Tudo em 3D e com enchimento”, explica Isabel, que também produz enxovais para bebês em sua casa, no Xaxim.



Macramê

As pulseiras, colares, anéis e brincos em macramê, técnica indiana de tecer fios sem nenhum tipo de maquinaria ou ferramenta, atraem muitas pessoas para a barraca de Fabiana Carolina de Souza, dona da marca Sol e Lua. A artesã busca inspiração, principalmente, nos elementos da natureza e o resultado são peças muito delicadas e coloridas.

“Mesmo os meus maxicolares têm esta pegada orgânica”, conta Fabiana, que confecciona as peças em seu ateliê no Uberaba.

Na feira há 14 anos, Nelson Ribeiro da Silva reconhece que boa parte dos seus produtos é mais procurada nos meses de inverno. Afinal, seus chinelos de pano e pantufas de pele são curingas nos dias mais frios curitibanos. “Mas também ofereço tapetes e capas para banheiro em barbante e crochê”, pondera o artesão.

Quem percorre as barraquinhas, com toalhas de louça, amigurumis, colares em macramê, pantufas e roupinhas para pets ou bonecas, também acaba sendo fisgado pelo estômago por Damaris Correia. O cheirinho de pastel frito na hora é famoso no bairro. Muitas vezes, nem mesmo quem está esperando ônibus no Terminal do Carmo consegue resistir ao famoso salgado de Dona Damaris.

“Temos uma freguesia de muitos anos, pois eu preparo tudo com muita qualidade e não economizo no recheio. Nada de pastel de vento”, conta a comerciante, que no inverno também oferece canja servida no copo.


SERVIÇO: Feira de Artesanato do Boqueirão
Dias e horários: Segundas e terças, das 9h às 16h. Quartas, das 9 às 17h.
Local: Rua da Cidadania do Carmo, Avenida Mal. Floriano Peixoto, 8.430, Boqueirão.