Feriados e feriadões em 2021

Um dos destaques do início da retomada do turismo brasileiro no ano passado, os feriados nacionais são a grande aposta para a guinada do setor em 2021. Neste ano, eles serão responsáveis por nove dias de descanso, sendo três deles prolongados, caso do último dia 1º de janeiro (sexta-feira), dia da Confraternização Universal. Para se ter uma ideia, só nos três últimos feriados de 2020, mais de 6 milhões de pessoas viajaram pelos principais destinos turísticos do país e movimentaram a economia desses locais.





Viaje para Curitiba! Fique no Guaira Palace Hotel.

Guaíra Palace Hotel recebeu selo de Turismo Responsável do Ministério do Turismo e isso é um incentivo para que os consumidores se sintam seguros ao viajar e frequentar locais que cumpram protocolos específicos para a prevenção da Covid-19, posicionando o Brasil como um destino protegido e responsável. 



O Guaíra Palace Hotel é uma das poucas empresas a terem esse selo que assegura as condições legais e sanitárias para o recebimento de hóspedes nessses dias de epidemia por Coronavírus.

Feriados e feriadões

Além do feriado de janeiro, outros dois prolongarão os dias de descanso dos brasileiros: Paixão de Cristo (02.04) e Proclamação da República (15.11). Outros quatro cairão no meio da semana: Tiradentes (21.04), Independência do Brasil (07.09), Nossa Senhora Aparecida (12.10) e Finados (02.11). Os demais, Dia do Trabalho (01.05) e Natal (25.12) serão celebrados no sábado. O período do Carnaval (15, 16 e 17 de fevereiro) e Corpus Christi (03.06) são considerados ponto facultativo.

Para o ministro do Turismo, Gilson Machado, as viagens nestes períodos darão mais ânimo para o setor durante a retomada. “Um brasileiro viajando é um empreendimento aberto, é emprego e renda para milhares de pessoas. Esses feriados irão nos ajudar a começar a trazer aqueles bons índices que estávamos alcançando antes da pandemia. Tenho certeza que o Brasil e os brasileiros estão prontos para a retomada segura das atividades turísticas”, declarou.

Com o objetivo de auxiliar a retomada de atividades do setor seguindo requisitos de biossegurança, o Ministério do Turismo lançou, em junho, o selo “Turismo Responsável - Limpo e Seguro”. O órgão publicou protocolos sanitários recomendados a 15 segmentos que integram o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), além de um conjunto de orientações a visitantes. Atualmente, o certificado já foi emitido por mais de 24,6 mil estabelecimentos turísticos do país.

O Guaira Palace Hotel, com tradição em serviços de qualidade, apresenta ótimo custo-benefício aos hóspedes.

Com infraestrutura completa, o hotel passa por revitalização em todos os seu ambientes, procurando aliar modernidade, conforto e praticidade.



Em suas acomodações, toda a comodidade necessária para momentos de descanso para que sua estada seja completa, com: Piso Laminado, Frigobar, TV LCD a cabo, ar condicionado e internet wireless e banheiros com aquecimento central de água.

Além disso, serviços de estacionamento, lavanderia, recepção 24 horas e depósito de bagagens estão disponíveis

Na hora das refeições, um delicioso buffet de café da manhã (incluso na diária) é servido. Na hora do almoço no mesmo local pode-se apreciar um buffet vegetariano.




Conheça Curitiba

Curitiba é a capital do Paraná, um dos três Estados que compõem a Região Sul do Brasil. Sua fundação oficial data de 29 de março de 1693, quando foi criada a Câmara.



No século XVII, sua principal atividade econômica era a mineração, aliada à agricultura de subsistência. O ciclo seguinte, que perdurou pelos séculos XVIII e XIX, foi o da atividade tropeira, derivada da pecuária. Tropeiros eram condutores de gado que circulavam entre Viamão, no Rio Grande do Sul, e a Feira de Sorocaba, em São Paulo, conduzindo gado cujo destino final eram as Minas Gerais. O longo caminho e as intempéries faziam com que os tropeiros fizessem invernadas, à espera do fim dos invernos rigorosos, em fazendas como as localizadas nos "campos de Curitiba". Aos tropeiros se devem costumes como o fogo de chão para assar a carne e contar "causos", a fala escandida - o sotaque leitE quentE -, o chimarrão (erva-mate) com água quente, na cuia, porque os índios a utilizavam na forma de tererê, com água fria), o uso de ponchos de lã, a abertura de caminhos e a formação de povoados.



No final do século XIX, com o ciclo da erva-mate e da madeira em expansão, dois acontecimentos foram bem marcantes: a chegada em massa de imigrantes europeus e a construção da Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba, ligando o Litoral ao Primeiro Planalto paranaense.

Os imigrantes - europeus e de outros continentes -, ao longo do século XX, deram nova conotação ao cotidiano de Curitiba. Seus modos de ser e de fazer se incorporaram de tal maneira à cidade que hoje são bem curitibanas festas cívicas e religiosas diversas etnias, dança, música, de culinária, expressões e a memória dos antepassados. Esta é representada nos diversos memoriais da imigração, em espaços públicos como parques e bosques municipais.



A "mítica imigrante do trabalho" (observação do poeta Paulo Leminski, falecido no século passado) aliada a gestões municipais sem quebra de continuidade, acabou criando uma Curitiba planejada - e premiada internacionalmente, em gestão urbana, meio ambiente e transporte coletivo.

A capital do Estado do Paraná, formada num altiplano 934 metros acima do nível do mar, carente de marcos de paisagem oferecidos pela natureza, acabou criando suas principais referências pela ciência e pela mão humana.


No século XX, no cenário da cidade planejada, a indústria se agregou com força ao perfil econômico antes embasado nas atividades comerciais e do setor de serviços. A cidade enfrentou, especialmente nos anos 1970, a urbanização acelerada, em grande parte provocada pelas migrações do campo, oriundas da substituição da mão-de-obra agrícola pelas máquinas.



Curitiba enfrenta agora o desafio de grande metrópole, onde a questão urbana é repensada sob o enfoque humanista de que a cidade é primordialmente de quem nela vive. Seu povo, um admirável cadinho que reuniu estrangeiros de todas as partes do mundo e brasileiros de todos os recantos, ensina no dia-a-dia a arte do encontro e da convivência. Curitiba renasce a cada dia com a esperança e o trabalho nas veias, como nas alvoradas de seus pioneiros.